Série: Stranger Things

Cheia de referências a coisas que amamos, de Star Wars a The Clash, a série Stranger Things, que teve sua estreia no Netflix na semana passada, trabalha ali no nosso cantinho do afeto e da nostalgia. Com a sensação mágica de assistir, pela primeira vez, a um filme de Steven Spielberg ou a um episódio de Twilight Zone, ela nos leva de volta àquela sensação gostosa de acompanhar amizade de crianças, seus locais secretos de encontro e suas aventuras. (Quem nunca quis ter uma casa na árvore ou um esconderijo secreto e ficar conversando por meio de walkie talkies com os amigos quando era criança?)

Não tem como não lembrar de filmes como Conta Comigo, It, The Goonies, ou até mesmo, o mais recente Super 8, que fizeram parte do imaginário de crianças e adolescentes que hoje são, provavelmente, os maiores consumidores de séries de ficção. Todos esses elementos como background estão aí para contar uma ótima história de ficção científica, com seus momentos de terror, tudo em um clima à lá Stephen King – não tem como não se apaixonar!

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Em uma das primeiras cenas, quatro amigos estão no porão da casa de um deles e jogam RPG (o nosso querido D&D) e têm que enfrentar o Demogorgon (particularmente, nunca tive que enfrentar um desses, mas acredito que esse príncipe demônio deve ser pior que qualquer beholder). Após a partida, indo para suas casas, um deles, o Will, sofre um acidente de bicicleta, é perseguido por um monstro e acaba desaparecido.

A partir daí, sua mãe – talvez a única parte ruim da série seja a atuação de Winona Rider nesse papel em que ela só tem uma expressão histérica, mesmo quando está feliz, e parece que está o tempo todo trying too hard na atuação – seu irmão, seus amigos e o Xerife Hopper, partem em busca de desvendar os mistérios em torno de seu desaparecimento e outras coisas bizarras que começam a acontecer na cidade. Uma das peças chaves é o aparecimento, nesse mesmo dia, de Onze, uma garota com super poderes como telecinese, e a amizade que a turma vai desenvolvendo com o tempo.

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Destaques para a direção de arte, que é uma das principais responsáveis por esse tom tão nostálgico, para a trilha sonora e para a atuação das crianças. Uma série digna de maratona, de ser revista, e de fazer a gente ficar na super mega expectativa por mais temporadas, ou pelo menos, de outros trabalhos dos diretores e produtores.

Fica aí o trailer para quem ainda não assistiu a essa belezura:

 

 

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