3 filmes AGONIANTES para ver no Netflix

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Sabe aqueles filmes, de terror ou suspense, que geram uma agonia corporal em nós? Dirigidos de forma maestral ou pensando totalmente em como causar esse incômodo generalizado no espectador? Cujo clima é tão agoniante, mas o filme é tão bom que a gente não consegue parar de assistir? Que a gente fica o tempo todo torcendo e/ou esperando para que o ou a mocinha NÃO VÁ para aquele lado? Então, taí uma lista de três deles que podem ser encontrados no Netflix!

 

1 – Wolf Creek

De 2005, esse filme australiano foi total sucesso no país. Escrito e dirigido por Greg Mclean, é um dos meus filmes de terror preferidos do Netflix, mas já vou avisando: esse filme não tem o menor senso de humor. É agoniante, no sentido literal da palavra agonia: “o conjunto de fenômenos que anunciam a morte” e seus sintomas, segundo o Wikipedia. Portanto, se não gosta desse tipo de filme, é melhor pular para as próximas indicações.

Baseado em fatos reais, segue a premissa de que: “30.000 mil pessoas são consideradas desaparecidas todo ano na Austrália. 90% delas são encontradas depois de um mês. Algumas são encontradas depois de um ano. Algumas nunca mais são vistas.”

Três mochileiros estão viajando pelo deserto australiano e acabam parando em Wolf Creek, um parque nacional que possui uma cratera enorme. Até que, na hora de voltar para a estrada, o carro não funciona e um redneck simpático chamado Mike oferece ajuda para os jovens. Desesperados por estarem em um lugar totalmente afastado da civilização, eles aceitam. e a partir daí é perseguição, morte, tortura, muitos elementos gore e um thriller psicológico intenso.

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Longe de ser parecido com outras tentativas americanas de reviver o drama da perseguição e serial killers em lugares inóspitos, Wolf Creek foge dos clichês do gênero. Mas, que fique avisado: só assista se gostar disso tudo! Segue o trailer:

 

 

2 – Hush: A morte ouve.

Pode ficar tranquilo/a. Hush é agoniante, mas muito mais palatável. Pode ver com a família! Muito bem dirigido por Mike Flannagan (o mesmo diretor de O Sono da Morte), o filme é de 2016 e conta com a boa atuação de Kate Siegel no papel de Maddie, uma escritora surda que escolheu viver sozinha, afastada da cidade, no meio de uma floresta. (Claro, porque isso dá sempre certo!)

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Tudo vai bem, até que um assassino mascarado resolve aparecer por lá. Sem a vantagem de ouvi-lo, ou de conseguir facilmente se comunicar, Maddie tem que pensar em estratégias inteligentes para tentar sobreviver. Uma das coisas mais bacanas do filme é prestarmos atenção ao som, e como ele exerce um papel fundamental junta às imagens, principalmente me filmes de suspense e terror. O final foi um pouco clichê para o meu gosto, mas não tirou a boa experiência do filme como um todo.

 

 

3 – The Invitation

Incômodo do início ao fim. The Invitation é dirigido maestralmente por Karyn Kusama e consegue criar um clima de incertezas ao espectador. O casal Will e Kira é convidado a um jantar promovido pela ex-mulher de Will e seu atual marido, que reúne também os antigos amigos do ex-casal.

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Ao chegar na casa, um clima sempre tenso e estranho, acompanhando as desconfianças de Will em relação a pequenos detalhes. A maior jogada aqui é que não se sabe se há coisas reais acontecendo ou se é tudo paranoia.  Para esse filme é melhor nem falar mais nada, somente: assista!

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